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Enchimento de grãos na soja: por que Potássio e Enxofre são decisivos para produtividade e retorno
19 de janeiro de 2026 Agronegócio
Entenda a importância da combinação entre Potássio e Enxofre
Quando a soja alcança o estádio R4 e avança até R5.5, a lavoura entra em uma das etapas mais determinantes do ciclo. Superada a fase crítica da floração, a planta passa a concentrar praticamente toda sua energia no enchimento das vagens. É nesse período que se consolida o peso de mil grãos e grande parte do potencial produtivo da safra.
Nesse momento, os fotoassimilados gerados nas folhas deixam de sustentar crescimento vegetativo e passam a ser direcionados majoritariamente aos grãos. Isso eleva a exigência metabólica da planta e torna o manejo nutricional um fator-chave. Qualquer desequilíbrio nessa fase tende a se refletir diretamente na colheita, com grãos mais leves, desuniformes ou até mal formados.
O cenário se torna ainda mais desafiador porque o enchimento de grãos geralmente coincide com condições adversas, como períodos de estiagem, variações de temperatura e o próprio desgaste fisiológico acumulado ao longo do ciclo. É justamente nesse contexto que dois nutrientes ganham papel central: o Potássio e o Enxofre.
Nutrição ajustada para alta exigência fisiológica

O potássio atua como elemento fundamental no transporte dos açúcares produzidos na fotossíntese, garantindo que essa energia chegue de forma eficiente às vagens. Além disso, participa do controle estomático, do balanço hídrico e da ativação de enzimas essenciais ao metabolismo vegetal.
O enxofre, por sua vez, é indispensável para a síntese proteica, integrando aminoácidos essenciais como cisteína e metionina, diretamente relacionados à formação, densidade e peso dos grãos.
Quando um desses nutrientes falta, o processo fisiológico fica comprometido. A deficiência de potássio limita a translocação dos fotoassimilados, enquanto a carência de enxofre impede que os açúcares transportados sejam convertidos de maneira eficiente em proteína e massa de grão. Em ambos os casos, o impacto aparece em forma de perda produtiva e redução do retorno financeiro.
É para atender exatamente esse ponto crítico do ciclo que a Fortifol posiciona o Promoolt 350 como ferramenta estratégica entre R4 e R5.5. Trata-se de um fertilizante foliar com formulação balanceada e direcionada à fisiologia da soja no momento de maior demanda. O diferencial está no equilíbrio entre os nutrientes, permitindo uma atuação integrada sobre os mecanismos de enchimento de grãos.
Na prática, o potássio do Promoolt 350 favorece o fluxo eficiente de açúcares das folhas para as vagens, ampliando o acúmulo de matéria seca e contribuindo para grãos mais pesados. O enxofre sustenta a formação de proteínas e estruturas essenciais, resultando em grãos mais densos e uniformes. Essa combinação auxilia na regulação osmótica da planta, mantém o metabolismo ativo mesmo sob condições de estresse e impacta diretamente o peso de mil grãos, um dos principais indicadores de produtividade.
O momento que define o resultado
Sob a ótica econômica, o raciocínio do produtor é direto: depois de todo o investimento feito ao longo do ciclo, permitir que o enchimento de grãos seja limitado por nutrição é abrir mão de produtividade já construída. A aplicação de uma solução eficiente de potássio e enxofre, com rápida absorção foliar, funciona como um ajuste fino que preserva e amplia o retorno sobre o investimento (ROI).
O Promoolt 350 integra a estratégia da Fortifol de nutrifisiologia aplicada, oferecendo soluções específicas para cada fase da soja, do pré-plantio à colheita. A visão é tratar a lavoura como um sistema contínuo, em que cada estágio exige ferramentas adequadas para manter a planta equilibrada, ativa e produtiva. No enchimento de grãos, isso significa garantir energia, transporte e síntese proteica no momento mais decisivo do ciclo.
Para o sojicultor, a mensagem é objetiva: entre R4 e R5.5 não é hora de reduzir manejo, mas de consolidar resultado. O posicionamento correto de potássio e enxofre é o que separa uma lavoura que apenas forma vagens daquela que entrega grãos pesados, uniformes e com maior valor na colheita. É nesse detalhe fisiológico que se constrói produtividade e se protege o ROI da safra.





